Engenharia de soluções inteligentes

O negócio primeiro.
A tecnologia a serviço.

Conecte dados. Construa inteligência.

A Syntech é uma empresa de tecnologia. Desenvolvemos soluções sob medida que transformam processos fragmentados em operações conectadas, para ampliar capacidade, reduzir desperdícios e melhorar decisões.

Consultoria tecnológica • Desenvolvimento de sistemas • Engenharia de dados • Automação e IA

ARQUITETURA DE VALORMODELO CONCEITUAL
Processos
Sistemas
Dados
◈ ENGENHARIA SYNTECHIntegração · Regras · Automação · IA

Conectar atendimento e jornada comercial para acompanhar oportunidades, conversão e retenção.

Modelo conceitual, adaptado ao contexto de cada empresa. Não representa resultado de cliente.

Problemas reais.

Entendemos o funcionamento da operação.

Soluções sob medida.

Projetamos arquitetura e execução adequadas.

Resultados verificáveis.

Definimos indicadores antes da intervenção.

01 / Valor para o negócio

Não é sobre instalar IA.
É sobre resolver o que trava sua empresa.

Atuamos na interseção entre operação, dados e tecnologia. Cada solução começa com uma pergunta de negócio.

01 — COMERCIAL

Onde sua empresa perde oportunidades?

Conectamos canais, jornadas e informações comerciais para melhorar acompanhamento, conversão e relacionamento.

Perguntas-chave: tempo de resposta, conversão, retenção.

02 — OPERAÇÕES

O que consome tempo sem gerar valor?

Estruturamos fluxos, automatizamos rotinas e tratamos exceções com supervisão adequada.

Perguntas-chave: retrabalho, capacidade, SLA.

03 — GESTÃO

O que você ainda não consegue enxergar?

Integramos fontes e construímos inteligência para decisões financeiras, operacionais e estratégicas.

Perguntas-chave: margem, produtividade, desvios.

02 / Laboratório de soluções

O mesmo rigor de engenharia.
Desafios diferentes em cada setor.

Escolha um segmento e um desafio. Explore o contexto, as decisões do processo e o que uma solução precisaria medir.

◈ SYNTECH / EXPLORADOR DE APLICAÇÕESExemplos conceituais • não são cases de clientes

DESAFIO SELECIONADO

Agenda e comparecimento

Contatos chegam por canais diferentes; cancelamentos e confirmações dependem de acompanhamento manual.

FLUXO DE NEGÓCIO / SELECIONE AS ETAPAS

Contato recebido

Identificar canal, horário e intenção do contato sem expor dados clínicos desnecessários.

Objetivo: Organizar a jornada do paciente e dar visibilidade à ocupação da agenda.

INTELIGÊNCIA SETORIAL / RADAR DE MERCADO

O contexto por trás do desafio.

Uma referência externa, uma leitura de negócio e uma hipótese de aplicação — sem promessas de retorno.

Clínicas & saúde
PANORAMA SETORIAL

Gestão de capacidade e continuidade do atendimento

A disponibilidade de agenda não depende apenas da quantidade de horários: confirmações, cancelamentos, encaminhamentos e comunicação entre sistemas também afetam a operação. Este painel apresenta uma hipótese operacional, não uma estatística atribuída à fonte.

ANS · Dados e informações do setor de saúde suplementarConsultar fonte original ↗ (abre em nova aba)
LEITURA SYNTECH

O que isso pode significar para a operação?

Uma clínica pode ter demanda e, ainda assim, operar com lacunas de informação sobre capacidade, comparecimento e faturamento.

ONDE A ENGENHARIA ENTRA

Integrar agenda, atendimento e financeiro, preservando privacidade e supervisão clínica.

Leitura analítica ilustrativa. A referência externa não comprova resultados da Syntech nem substitui diagnóstico.
Consultar todos os exemplos em formato de leitura

Clínicas & saúde

Agenda e comparecimento

Contatos chegam por canais diferentes; cancelamentos e confirmações dependem de acompanhamento manual.

  1. Contato recebido — Identificar canal, horário e intenção do contato sem expor dados clínicos desnecessários.
  2. Triagem e consentimento — Registrar informações mínimas, preferências e autorizações; encaminhar dúvidas clínicas à equipe.
  3. Agenda e confirmação — Consultar disponibilidade e enviar orientações e lembretes conforme regras da clínica.
  4. Tratamento de exceções — Cancelamentos, ausência de resposta e situações sensíveis vão para atendimento humano.
  5. Indicadores de ocupação — Medir tempo de resposta, agendamentos, comparecimento e motivos de cancelamento.

Objetivo: Organizar a jornada do paciente e dar visibilidade à ocupação da agenda.

Indicadores: Tempo de primeira resposta · Taxa de comparecimento · Ocupação da agenda

Fontes possíveis: Canais de atendimento · Agenda · Status de confirmação

Exceções, atendimento clínico e decisões sensíveis permanecem com profissionais responsáveis.

Recepção e faturamento

Informações de atendimento, procedimentos e recebimentos ficam em sistemas e planilhas separados.

  1. Atendimento realizado — Capturar somente registros necessários ao processo financeiro.
  2. Registro operacional — Padronizar serviços, responsáveis e identificadores operacionais.
  3. Conciliação financeira — Conciliar registros com recebimentos e identificar divergências.
  4. Exceções de cobrança — Encaminhar glosas, inconsistências e pendências para conferência humana.
  5. Visão gerencial — Acompanhar faturamento, prazo de recebimento e divergências.

Objetivo: Reduzir conciliações manuais e entender receita por serviço.

Indicadores: Prazo de conciliação · Divergências por período · Receita por serviço

Fontes possíveis: Sistema de atendimento · Financeiro · Cadastros de serviços

Conferência e aprovação de ajustes financeiros por responsável.

Gestão de capacidade e continuidade do atendimento

A disponibilidade de agenda não depende apenas da quantidade de horários: confirmações, cancelamentos, encaminhamentos e comunicação entre sistemas também afetam a operação. Este painel apresenta uma hipótese operacional, não uma estatística atribuída à fonte.

ANS · Dados e informações do setor de saúde suplementar

Uma clínica pode ter demanda e, ainda assim, operar com lacunas de informação sobre capacidade, comparecimento e faturamento. Integrar agenda, atendimento e financeiro, preservando privacidade e supervisão clínica.

Contabilidade

Pendências documentais

Solicitações e documentos se dispersam em e-mails e mensagens, exigindo cobranças recorrentes.

  1. Demanda do cliente — Criar demanda com cliente, competência e prazo.
  2. Checklist por obrigação — Aplicar checklist conforme serviço e obrigação definida pela equipe.
  3. Recebimento e validação — Organizar arquivos e conferir critérios formais sem substituir análise contábil.
  4. Pendências e responsável — Notificar pendências e atribuir responsáveis com histórico.
  5. Entrega rastreável — Registrar conclusão e medir tempos por etapa.

Objetivo: Criar uma esteira rastreável de documentos e pendências.

Indicadores: Pendências vencidas · Tempo de coleta · Demandas por colaborador

Fontes possíveis: Portal do cliente · E-mail e arquivos · Sistema de tarefas

Validação técnica e entrega sob responsabilidade do profissional contábil.

Rentabilidade por cliente

Horas trabalhadas e esforço de atendimento não são comparados sistematicamente à receita contratada.

  1. Contratos e honorários — Organizar honorários e escopo contratado.
  2. Horas e atividades — Consolidar atividades registradas e esforço por cliente.
  3. Classificação de esforço — Classificar demandas recorrentes e extraordinárias.
  4. Custo por carteira — Aplicar premissas explícitas de custo operacional.
  5. Painel de rentabilidade — Comparar margem estimada e carga operacional por carteira.

Objetivo: Dar visibilidade ao custo de servir e apoiar decisões de precificação.

Indicadores: Horas por cliente · Margem estimada · Demandas fora de escopo

Fontes possíveis: Contratos · Apontamentos · Custos operacionais

Decisões comerciais e revisões de contrato são humanas.

Obrigações digitais exigem rastreabilidade de dados e documentos

O ambiente de escrituração digital organiza obrigações e informações fiscais em sistemas estruturados. A oportunidade operacional está em administrar a coleta, o acompanhamento e a conferência dos dados que alimentam esses processos.

Receita Federal · Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)

Documentos recebidos fora de prazo e solicitações dispersas dificultam o planejamento da carteira e a previsibilidade das entregas. Criar uma esteira de pendências, responsáveis e prazos; medir esforço e custo de atendimento por cliente.

Construção & engenharia

Suprimentos de obra

Solicitações chegam por múltiplos canais e aprovações demoram sem visibilidade do estágio de cada compra.

  1. Solicitação da obra — Padronizar item, quantidade, obra, urgência e solicitante.
  2. Verificação de orçamento — Conferir centro de custo e disponibilidade orçamentária.
  3. Cotação e comparação — Consolidar propostas e critérios de comparação.
  4. Aprovação ou exceção — Aplicar alçadas; divergências seguem para aprovação humana.
  5. Pedido e acompanhamento — Registrar pedido, prazo e situação da entrega.

Objetivo: Conectar solicitações, cotações e aprovações a regras e indicadores.

Indicadores: Lead time de compra · Compras emergenciais · Desvio de orçamento

Fontes possíveis: Solicitações de campo · ERP / orçamento · Fornecedores

Aprovações financeiras e decisões de fornecedores seguem política interna.

Medição e avanço físico

Medições de campo e planejamento são consolidados manualmente, atrasando a identificação de desvios.

  1. Registro de campo — Coletar avanço e evidências com identificação da obra.
  2. Validação de evidências — Verificar integridade e encaminhar inconsistências.
  3. Medição por serviço — Consolidar quantitativos por serviço e período.
  4. Confronto com plano — Comparar execução com baseline de cronograma e orçamento.
  5. Alertas de desvio — Sinalizar desvios para avaliação da engenharia.

Objetivo: Conectar evidências de execução a cronograma, custos e gestão.

Indicadores: Desvio físico · Tempo de fechamento · Itens pendentes

Fontes possíveis: Registros de campo · Cronograma · Orçamento de obra

Aceite de medições e decisões técnicas por profissionais habilitados.

Indicadores setoriais ajudam a contextualizar a operação

A Sondagem Indústria da Construção acompanha atividade, emprego e expectativas empresariais. Consulte a edição disponível na fonte; este painel não apresenta um resultado mensal verificado.

CNI / CBIC · Sondagem Indústria da Construção

Em ambientes de maior pressão, atrasos na informação sobre compras, orçamento e execução reduzem a capacidade de reagir a desvios. Conectar suprimentos, orçamento, medições e cronograma para identificar variações com antecedência.

Advocacia

Entrada de demandas

Novas solicitações chegam sem padronização, dificultando triagem e acompanhamento.

  1. Solicitação — Registrar dados mínimos da solicitação.
  2. Classificação inicial — Organizar tipo de demanda para triagem interna.
  3. Documentos e conflito — Conferir checklist e encaminhar verificação de conflitos.
  4. Encaminhamento — Atribuir advogado responsável.
  5. Acompanhamento — Monitorar andamento e prazos internos.

Objetivo: Estruturar intake, documentação e responsáveis sem automatizar aconselhamento jurídico.

Indicadores: Tempo de triagem · Pendências documentais · Tempo de atendimento

Fontes possíveis: Formulários · Documentos · Sistema de gestão

Avaliação jurídica, sigilo e decisões profissionais permanecem humanos.

A digitalização processual amplia a necessidade de organização interna

O Processo Judicial Eletrônico é uma infraestrutura pública de tramitação digital. Sua existência não elimina a necessidade de organizar demandas, documentos, responsáveis e prazos dentro dos escritórios.

CNJ · Processo Judicial Eletrônico (PJe)

A dispersão de solicitações entre mensagens, arquivos e sistemas pode dificultar rastreabilidade e prestação de contas. Estruturar intake e gestão documental, mantendo sigilo e decisões jurídicas sob responsabilidade profissional.

Indústria

Manutenção e confiabilidade

Ordens de serviço, falhas e disponibilidade não estão conectadas para análise consistente.

  1. Evento de falha — Capturar ocorrência e contexto operacional.
  2. Registro de ativo — Associar ativo, componente e criticidade.
  3. Priorização — Aplicar regras de prioridade e revisão humana.
  4. Execução e apontamento — Registrar execução, materiais e tempos.
  5. Análise de confiabilidade — Monitorar reincidência, MTTR e disponibilidade.

Objetivo: Organizar histórico de manutenção e identificar padrões operacionais.

Indicadores: MTTR · Reincidência de falhas · Disponibilidade

Fontes possíveis: CMMS / ERP · Ativos · Ordens de serviço

Decisões de segurança e intervenções técnicas por profissionais responsáveis.

Inovação e digitalização precisam ser avaliadas no contexto da operação

A PINTEC reúne informações sobre inovação nas empresas. A referência oferece contexto setorial; este painel não apresenta estimativa de ganho nem estatística quantitativa validada.

IBGE · Pesquisa de Inovação (PINTEC)

A integração de registros de manutenção e operação é um caminho possível para melhorar visibilidade e priorização, mas depende da qualidade dos dados. Consolidar ativos, ordens e falhas em indicadores como MTTR, reincidência e disponibilidade.

Logística

Gestão de ocorrências

Status de entregas e exceções são acompanhados por mensagens dispersas.

  1. Pedido expedido — Conectar pedido a transporte.
  2. Evento de transporte — Receber status e eventos disponíveis.
  3. Regra de exceção — Sinalizar atraso e inconsistência conforme regra.
  4. Tratativa responsável — Encaminhar ocorrência à equipe.
  5. Visão de serviço — Acompanhar SLA e causas de atraso.

Objetivo: Centralizar eventos e antecipar tratamento de ocorrências.

Indicadores: Entregas no prazo · Tempo de tratativa · Ocorrências por rota

Fontes possíveis: TMS · Pedidos · Transportadoras

Decisões operacionais críticas ficam com a equipe.

Desempenho logístico depende de visibilidade sobre eventos e gargalos

O Observatório Nacional de Transporte e Logística reúne indicadores e estudos do setor. A referência ajuda a contextualizar a importância de acompanhar fluxos, infraestrutura e desempenho, sem presumir economia para uma operação específica.

Infra S.A. · Observatório Nacional de Transporte e Logística

Sem eventos padronizados, a equipe pode descobrir atrasos somente quando o cliente reclama. Integrar TMS, pedidos e status de transportadoras; tratar exceções com responsáveis e SLA.

Comércio exterior

Margem por operação

Custos, câmbio e despesas logísticas mudam ao longo do ciclo do pedido.

  1. Pedido e preço — Registrar produto, pedido e preço negociado.
  2. Custos e câmbio — Consolidar custos, frete, tributos aplicáveis e câmbio.
  3. Regras de composição — Calcular com premissas e fontes rastreáveis.
  4. Análise de sensibilidade — Simular mudanças de cenário sem tratá-las como previsão.
  5. Painel de margem — Acompanhar margem estimada e realizada.

Objetivo: Consolidar premissas e acompanhar margem por pedido.

Indicadores: Margem por pedido · Exposição cambial · Desvio estimado × realizado

Fontes possíveis: ERP comercial · Custos logísticos · Cotações e parâmetros

Validação fiscal, aduaneira e decisões comerciais por especialistas.

Operações de comércio exterior exigem leitura contínua de custos e mercado

O Comex Stat disponibiliza estatísticas oficiais do comércio exterior brasileiro. Esses dados ajudam a contextualizar mercados e produtos, mas não informam, isoladamente, a margem de uma empresa.

MDIC · Estatísticas de comércio exterior

O resultado de um pedido depende de preços, fretes, tributos aplicáveis e exposição cambial, que podem variar ao longo da operação. Conectar ERP, custos logísticos e cotações para acompanhar margem prevista versus realizada.

Marketing & vendas

Funil e atribuição

Investimento em mídia, leads, CRM e vendas não compartilham identificadores consistentes.

  1. Origem do contato — Capturar origem quando disponível e com consentimento adequado.
  2. Registro no CRM — Criar identificadores e histórico de interações.
  3. Qualificação e avanço — Acompanhar estágios com critérios definidos.
  4. Venda confirmada — Relacionar vendas registradas às oportunidades.
  5. Análise por canal — Avaliar conversão e custo por etapa, reconhecendo limites de atribuição.

Objetivo: Conectar aquisição, atendimento e vendas para analisar desempenho.

Indicadores: Conversão por etapa · CAC estimado · Receita por canal

Fontes possíveis: Mídia e UTMs · CRM · Sistema de vendas

Estratégia de mídia e decisões comerciais com gestores.

Medir resultados exige conectar aquisição, atendimento e vendas

O Google Analytics oferece documentação sobre eventos, conversões e mensuração. Esses recursos só produzem uma visão útil do negócio quando identificadores e regras de atribuição são definidos corretamente.

Google · Documentação do Analytics

Métricas isoladas de anúncios podem não revelar quais oportunidades se transformaram em vendas confirmadas. Integrar campanhas, CRM e vendas, com consentimento e limites de atribuição explícitos.

03 / Engenharia com evidências

Não prometemos um número.
Projetamos como medi-lo.

Antes de falar em economia ou receita adicional, precisamos conhecer a linha de base, entender causas e definir o que seria uma melhoria verificável.

O resultado não nasce de uma calculadora genérica. Ele emerge de dados operacionais, hipóteses testáveis e acompanhamento responsável.

01

Linha de base

O que acontece hoje? Quais dados comprovam?

02

Hipótese de melhoria

Qual gargalo atacamos e por quê?

03

Intervenção rastreável

O que foi alterado, quando e para quem?

04

Mensuração e aprendizado

O que mudou? Que outros fatores podem explicar?

Linha de base → Identificação do problema → Hipótese de intervenção → Definição dos indicadores → Implementação controlada → Comparação dos resultados → Decisão de continuidade ou expansão.

Resultados reais só serão apresentados como cases quando houver evidência e autorização de divulgação.

04 / Como trabalhamos

Primeiro entendemos o negócio.
Depois desenhamos a transformação.

Nenhuma ferramenta vem antes do diagnóstico. Combinamos análise de processos, arquitetura de dados e experimentação para priorizar intervenções com impacto verificável.

01 / ENTENDER

Contexto e direção

Entendemos o modelo de negócio, as pessoas envolvidas, as restrições e as decisões que precisam melhorar.

Entrega possível: mapa da operação e objetivos.

02 / PRIORIZAR

Gargalos e evidências

Investigamos retrabalho, espera, repetição, riscos e indicadores. Avaliamos impacto, viabilidade e esforço.

Entrega possível: diagnóstico e prioridades.

03 / DESENHAR

Engenharia da solução

Definimos integrações, dados, regras, automações e IA apenas onde cada tecnologia agrega valor.

Entrega possível: arquitetura e critérios de aceite.

04 / VALIDAR

Piloto controlado

Testamos uma hipótese em escopo delimitado, com responsáveis, segurança e acompanhamento de exceções.

Entrega possível: piloto e resultados de teste.

05 / EVOLUIR

Medir e aprimorar

Comparamos indicadores com a linha de base, examinamos limitações e decidimos ajustar, ampliar ou interromper.

Entrega possível: avaliação e plano de evolução.

Uma empresa, não uma ferramenta.

Os processos e as pessoas determinam a solução. A adoção responsável depende de participação, clareza e autonomia.

Valor além da automação.

Receita, custos, qualidade, rastreabilidade, risco e decisões melhores podem justificar uma intervenção.

Sem promessas artificiais.

Hipóteses não são resultados. O impacto só é afirmado quando há dados, critérios e contexto suficientes.

Abordagem proposta de trabalho, adaptável ao porte, à maturidade e ao setor de cada cliente.

Fundamentos transversais: estratégia empresarial, cultura organizacional, capacitação, governança, segurança e melhoria contínua — aplicados conforme o contexto e a maturidade da organização.

05 / Syntech Insights

Mais perguntas de negócio.
Menos promessas vazias.

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